O Capitalismo

Junho 19, 2008

A destruição do mundo pelo capitalismo.. O capitalimo se auto-consumindo… O caus total do mundo.


Nike

Junho 19, 2008

Desde os tempos mais remotos, ou seja, com o surgimento, na Europa, de uma classe social denominada burguesia, entre os séculos XIII e XIV foi, por assim dizer, dado o ponta-pé para o capitalismo, uma vez que esta classe social buscava o lucro através de atividades comerciais.

Daí, aparecem os detentores do meio circulante (dinheiro) como banqueiros e cambistas, dentro de um cenário propício, pois a economia mundial estava em pleno desenvolvimento, propiciando indicar, nesta burguesia, acrescida dos detentores do capital, o embrião do sistema capitalista, resumido no lucro, acúmulo de riquezas, controle dos sistemas de produção e expansão dos negócios.

Assim, ao praticarmos um verdadeiro salto na história, chegamos ao século XIX, onde a revolução industrial da Inglaterra provoca um surto de desenvolvimento extremamente significativo nos Estados Unidos da América do Norte, que pela força da sua infra-estrutura, somada aos avanços técnico-científicos, e um cenário de crescimento na economia do mundo, apesar de está longe o processo de globalização, permitiu que aquele País tomasse a dianteira e funcionasse como uma espécie de locomotiva do mundo capitalista.

A partir de então as maiores empresas da terra começaram a ditar normas e regras de conduta, como se fôra um compêndio ou guia prático para o acúmulo do grande capital.

Com a Nike não foi diferente. Por ser uma empresa multinacional, que aplica grandiosas somas de recursos financeiros na área desportiva (incluindo o patrocínio individual de atletas que se destacam no mundo inteiro, principalmente no futebol), também exerce uma pressão extremamente forte junto aos patrocinados, controlando suas imagens, exigindo muitas vezes um desempenho bem acima da condição física ou até mesmo técnica do atleta, o que faz lembrar uma citação muito comum por essas bandas do Brasil: “sugar a última gota de sangue.”

Na verdade, todas as condições financeiras são oferecidas. Mansões, carros caros, até namoradas famosas fazem parte dessa complexa mídia desenvolvida com a finalidade de elevar o nome da empresa, mediante a utilização de um ídolo.

 

Um fato bem anterior que ressalta esse comportamento, se relaciona a um dos mais geniais jogadores do futebol do Brasil em todos os tempos: Garrincha. Quando estava no auge de sua carreira, e o Botafogo do Rio de Janeiro – o time no qual jogava – ia fazer um jogo amistoso, tinha dois valores a cobrar: com ou sem Garrincha.  Assim, acometido de uma lesão no joelho, era obrigado a tomar infiltrações de analgésicos para que o time arrecadasse mais com a sua presença. Morreu muito pobre, depois de uma melancólica passagem pelo Olaria, time sem expressão de destaque no cenário brasileiro. E assim, foi “sugada a sua última gota de sangue”, mas nem por isso, o Botafogo acabou!

O que se pretendeu mostrar, na foto apresentada, tem essa característica. O desejo voraz dessas empresas pelo lucro, cada vez maior, transforma o ser humano numa espécie de máquina, sem peça de reposição, levando essa ganância financeira às últimas conseqüências, desprezando completamente quaisquer outros valores que são inalienáveis.

Aquela bolsa de sangue representa uma vida, que na verdade vale muito mais do que um gol que levanta os estádios; aquela cesta de três pontos no último segundo, que leva a vitória; ou indefensável saque na eletrizante partida de voleibol.

Há, inegavelmente, uma relação muito desigual, uma vez que os atletas, principalmente no Brasil, com raríssimas exceções, são de origem humilde, não conviveram com o estilo de vida a que chegaram, pelo acesso a uma independência econômica.

Como a vida útil de um atleta é também muito curta, há sempre uma expectativa de quando parar de trabalhar, se os recursos financeiros auferidos até então, seriam suficientes para dar continuidade ao nível de vida a que chegou.

Assim, esses patrocínios são muito bem-vindos, apesar do elevado custo social a que o atleta se submete, até porque se alcança exclusividade.

No caso da chuteira, ou tênis,  chega-se ao desenvolvimento de exemplares para atender as caraterísticas do próprio ídolo, como forma de torná-lo cada vez mais à vontade para bem divulgar o produto.

Formato, cor, enfim, todas as artimanhas inerentes à mídia são utilizadas como forma de vender com toda a eficácia possível esse produto que também requer altíssimos investimentos.


Guerra

Junho 19, 2008

Esta imagem se presta a oferecer uma vertente crítica, utilizando-se um ícone mundialmente conhecido, numa visão que termina por externar uma verdade histórica: o gosto dos norte-americanos pela guerra. Isso vele inclusive para os entreveros internos. Americano sem guerra é um povo desmotivado, triste, solitário. A freqüência de casos de adolescentes que atiram indiscriminadamente matando dezenas de inocentes em bancos escolares, é um indicativo de que as coisas não andam muito bem por lá. Será que nos Estados Unidos se fala em direitos humanos? Certamente seria uma boa pergunta a encaminhar à Casa Branca. Alguém as responderia? Tente!